nov 14

A cada dia, as câmeras digitais ganham mais recursos. Além de fotografar, muitos modelos possuem inúmeros recursos, como gravador de vídeo e voz, editor de imagens e webcam, tornando-a ainda mais funcional e facilitando o nosso dia-a-dia.

Dentre as opções que podemos encontrar, os principias diferenciais são: o tipo de memória de armazenamento, a resolução da imagem, o zoom, o sensores, entre outros. Com tantas características, não é fácil conhecer o modelo mais adequado. Encontrará aqui algumas dicas para ajudar-lhe a escolher a câmera ideal para a suas necessidades.

O primeiro passo antes de comprar uma câmera é definir a finalidade: fotos para internet, por exemplo, não exigem alta resolução. A alta resolução refere-se à quantidade de megapixels que a câmera possui, que em resumo é o número de pontos que forma a imagem. Quanto mais pontos, melhor será a vivacidade das cores e detalhes da foto.

Para impressão ou uso profissional invista em câmeras superiores a 7.0 megapixels, já que quanto mais megapixels tiver, melhor será a resolução e, portanto melhor será a qualidade da fotografia (quanto maior o dpi [dot per inch – pontos por polegada], melhor).

Outro passo importante é a memória. Geralmente as câmeras possuem uma pequena memória interna. Porém se deseja explorar o seu equipamento ao máximo, seja fotografando, fazendo vídeos ou utilizando-a como gravador de voz, o ideal é optar por modelos que possuem entrada para cartão de memória.

Este cartão funciona como o filme de revelação e é encontrado em diversas capacidades, o que permite adequar de acordo com a necessidade. Além disso, ele pode ser reutilizado várias vezes e é portátil permitindo que você o leve para onde quiser. Lembre-se que antes de adquirir o cartão, é importante verificar se o mesmo é compatível com a sua câmera.

Em relação ao zoom, o zoom óptico é mais indicado quando se deseja uma aproximação real da cena através dos movimentos das lentes, mantendo todos os detalhes. O digital é mais indicado quando se deseja aproximar apenas uma parte da imagem de uma cena já capturada, eliminando o restante. O zoom digital não possui o conjunto de lentes para a aproximação real e esta aproximação é feita através do processamento da imagem o que, conseqüentemente, gera a perda da qualidade da imagem.

A luz é essencial para a fotografia, porém nem sempre temos as condições de iluminação ideais. Por isso, as câmeras vêm com um sensor, conhecido pelo número ISO da câmera, que pode ser de 100, 200, 400 ou outros. O indicado é optar por câmera em que é possível regular o sensor de acordo com a condição de iluminação do ambiente, para que as fotos não saiam excessivamente claras ou escuras. O flash também é indicado para proporcionar mais luz durante a captura da imagem. A maior parte das câmeras permite a regulagem do flash para evitar o excesso ou falta de iluminação.

nov 11

Tanto a Intel como a AMD já colocaram no mercado processadores que trabalham a 64 bits. Em poucos tempo, esse tipo de chip será o padrão. Muita gente sabe que os modelos de 64 bits são melhores que os de 32 bits e este artigo se propõe a mostrar exatamente como e onde ocorre essas melhorias.

Se você vai a uma loja de informática para comprar um computador, o vendedor pode lhe oferecer dois tipos: um com um processador de 64 bits e outro com um processador de 32 bits. “O de 64 bits é mais caro, porém é muito mais rápido e tem melhor desempenho”, lhe diz o vendedor. Isso significa que seus jogos rodarão mais rápidos, assim como programas pesados, como AutoCad, Premiere, entre outros (ainda de quebra reconhece mais que 3,5GB de RAM), não? Talvez. Vejamos o porquê.

Quando nos referimos a processadores de 16 bits, 32 bits ou 64 bits estamos falando dos bits internos do chip - em poucas palavras, isso representa a quantidade de dados e instruções que o processador consegue trabalhar por vez. Por exemplo, com 16 bits um processador pode manipular um número de valor até 65.535. Se certo número tem valor 100.000, ele terá que fazer a operação em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular números de valor até 4.294.967.296 em uma única operação.

Para calcular esse limite, basta fazer 2 elevado à quantidade de bits internos do processador. Então, qual o limite de um processador de 64 bits? Vamos à conta:

2^64 = 1.84467441 × 10^19

Um valor extremamente alto!

Agora, suponha que você esteja utilizando um editor de textos. É improvável que esse programa chegue a utilizar valores grandes em suas operações. Neste caso, qual a diferença entre utilizar um processador de 32 bits ou 64 bits, sendo que o primeiro será suficiente? Como o editor utiliza valores suportáveis tanto pelos chips de 32 bits quanto pelos de 64 bits, as instruções relacionadas serão processadas ao mesmo tempo (considerando que ambos os chips tenham o mesmo clock).

Por outro lado, aplicações em 3D ou programas como AutoCad requerem boa capacidade para cálculo e aí um processador de 64 bits pode fazer diferença. Suponha que determinadas operações utilizem valores superiores a 4.294.967.296. Um processador de 32 bits terá que realizar cada etapa em duas vezes ou mais, dependendo do valor usado no cálculo. Todavia, um processador de 64 bits fará esse trabalho uma única vez em cada operação.

No entanto, há outros fatores a serem considerados. Um deles é o sistema operacional (S.O.). O funcionamento do computador está diretamente ligado à relação entre o sistema operacional e o hardware como um todo. O S.O. é desenvolvido de forma a aproveitar o máximo de recursos da plataforma para o qual é destinado. Assim, o Windows XP ou uma distribuição Linux com um kernel desenvolvido antes do surgimento de processadores de 64 bits são preparados para trabalhar a 32 bits, mas não a 64 bits.

Ao se colocar um sistema operacional de 32 bits para rodar em um computador com processador de 64 bits, o primeiro não se adaptará automaticamente e continuará mantendo sua forma de trabalho. Com isso, é necessário o desenvolvimento de sistemas operacionais capazes de rodar a 64 bits.

O desenvolvimento ou a adaptação de um sistema operacional para trabalhar a 64 bits não é tão trivial assim. Na verdade, é necessário que o SO seja compatível com um processador ou com uma linha de processadores, já que pode haver diferenças entre os tipos existentes. Em outras palavras, o sistema operacional precisa ser compatível com chips da AMD ou com chips da Intel. Se possível, com os dois.

No caso do Windows XP, a Microsoft disponibilizou a versão “Professional x64″, compatível com os processadores AMD Athlon 64, AMD Opteron, Intel Xeon (com instruções EM64T) e Intel Pentium 4 (com instruções EM64T). De acordo com a Microsoft, a principal diferença entre essa e as versões de 32 bits (além da compatibilidade com instruções de 64 bits) é o suporte de até 128 GB de memória RAM e 16 TB de memória virtual. Nada mais natural: se a aplicação para o qual o computador é utilizado manipula grande quantidade de dados e valores, de nada adianta ter processamento de 64 bits, mas pouca memória, já que, grossamente falando, os dados teriam que “formar fila” para serem inseridos na memória, comprometendo o desempenho.

O mesmo ocorre com o Linux. Se você visitar o site de alguma distribuição para baixar uma versão do sistema operacional, muito provavelmente encontrará links que apontam para diversas versões. O site do Ubuntu Linux, por exemplo, oferece links para processadores x86 (32 bits), Mac (chips PowerPC) e 64-bit (processadores AMD64 ou EM64T).

Você pode ter se perguntado se é possível utilizar um sistema operacional de 32 bits com um processador de 64 bits e migrar o primeiro para uma versão adequada futuramente. Depende. O processador Intel Itanium é apelidado por alguns de “puro sangue”, já que só executa aplicações de 64 bits. Assim, uma versão de 32 bits de um sistema operacional não roda nele. Por outro lado, processadores Athlon 64 são capazes de trabalhar tanto com aplicações de 32 bits quanto de 64 bits, o que o torna interessante para quem pretende usar um S.O. de 32 bits inicialmente e uma versão de 64 bits no futuro.

AMD64 e EM64T

Ao serem citadas anteriormente, você pode ter se perguntado o que significa as siglas AMD64 e EM64T:

AMD64: originalmente chamado de x86-64, AMD64 (ou AMD64 ISA - Instruction Set Architecture) é o nome da tecnologia de 64 bits desenvolvida pela AMD. Um de seus destaques é o suporte às instruções de 32 bits (Legacy Mode);

EM64T: sigla para Extended Memory 64-bit Technology, o EM64T é tido como a interpretação do AMD64 feita pela Intel. Devido a isso, recebeu de alguns a denominação iADMD64 (o “i” faz referência à primeira letra do nome da Intel).

nov 01

O Infravermelho surgiu a partir da necessidade de comunicação de informações com baixo custo e alta velocidade. Apesar de já existirem tecnologias mais avançadas em transmissão de dados sem fio, o Infravermelho ainda é muito utilizado em controles remotos, celulares, laptops, entre outros.

A tecnologia do Infravermelho funciona quando os dados são transmitidos de forma sincronizada por meio de sinais luminosos não visíveis pelos olhos humanos.

Para a maioria dos aparelhos, a separação máxima entre os dispositivos deve ser em torno de um metro. Essa restrição é uma vantagem em projetos onde segurança e privacidade dos dados são fundamentais. No caso dos celulares, ambos devem ter essa função e, para ocorrer a transmissão, é necessário que estejam conectados.

A tecnologia Bluetooth - sem fio - elimina os cabos usados para conectar os dispositivos digitais. Baseada em um link de rádio de curto alcance e baixo custo, essa tecnologia pode conectar vários tipos de aparelhos sem a necessidade de cabos, proporcionando uma maior liberdade de movimento.

Para estabelecer uma conexão, basta colocar dois dispositivos equipados com Bluetooth. Por exemplo, seu laptop pode enviar informações para uma impressora na sala ao lado.

Já é quase um padrão utilizado em milhões de celulares, PCs, laptops e em toda uma gama de dispositivos eletrônicos. As possibilidades de conectividade sem fio que a tecnologia Bluetooth oferece são praticamente ilimitadas.

Porque o nome Bluetooth? O Rei Viking, Harald Bluetooth, uniu a Noruega e a Dinamarca. Era reconhecido como um grande comunicador, com capacidade para unir as pessoas e falarem umas com as outras – mas nunca imaginaria que mil anos depois, uma tecnologia potente teria o seu nome.


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