Muitos mitos cresceram perante o desconhecido quando se fala em ciência. Diga isso a literatura, como Super-Man ou Frankstein, onde um homem consegue dar vida a uma criatura grosteca, que a mata e ainda rouba seu nome.
Porém a imaginação e o temor das pessoas jamais descansa. A ciência de ponta, por lidar co o desconhecido, sempre despertará medo. Que diga isso os cientistas que trabalham no LHC (Grande Colisor de Hádrons), onde houve gente do Havaí entrando com processos judiciais tentando interromper a construção da máquina. O temor delas? Que as colisões entre prótons gerariam um mini buraco negro e consumiria nosso planeta.
Claro, a mídia caiu em cima. A criação de um buraco negro numa colisão de partículas seria o Frankstein de nossa era. Pensando melhor, se o mesmo ocorresse, pelo olhar mais negativista, ninguém saberia, pois tudo seria consumido muito rápido.
O LHC é a maior máquina já construída. Atingiu e atingirá energias jamais vistas em qualquer lugar universo. Apenas frações de segundos após o Big Bang, o Cosmo já tinha tamanha energia. As colisões no coração da máquina seriam como mini Big Bangs. Mas o prefixo mini é muito importante. Mesmo que as energias sejam enormes do ponto de vistas das partículas envolvidas, sob o nosso ponto de vista as colisões teriam menos energia que uma batida de palmas.
Se realmente mini buracos negros aparecessem, ceticamente falando, eles seriam altamente instáveis, e desapareceriam em menos de um segundo sem causar pane apocalíptica. Portanto, não será essa invenção humana que causará nosso fim. O que não significa que não devemos estar sempre atentos para as nossas criações. Afinal, nunca se sabe quando um Lex Luthor ou um Dr. Destino aparecerá de verdade.

setembro 10th, 2008 at 12:58 pm
setembro 10th, 2008 at 1:42 pm
Mesmo aconteça um mini buraco negro “estável”, ninguém iria saber o que aconteceu, pois tudo seria sugado muito rápido. E também, descrobiríamos o que tem além dele.