O banho surgiu com o prazer de nadar em rios e lagos, e logo se transformou em uma regra de higiene comum, utilizado também como ritual religioso, tratamento de saúde e celebração.
Na antiguidade, os romanos reuniam-se nos “banhos públicos” para discussões políticas. Já na Grécia, o banho tinha finalidade terapêutica para relaxar o corpo dos gladiadores.
Entretanto, o banho público passou a ser mal visto porque as pessoas se viam nuas. Diziam que a água permitia à entrada de doenças e que ela “amolecia a alma”, por isso as pessoas se tornavam mais vulneráveis durante o banho, tanto que alguns povos tinham divindades especiais para o momento do banho. Assim, ele começou a ser qualificado como pecado.
Com isso, as pessoas perderam o hábito do banho. Há relatos afirmando que o Rei Luís XIV tomou banho apenas duas vezes na sua vida: quando nasceu e quando se casou. Então, para evitar o mau cheiro, começaram a disfarçá-lo com perfumes. Deste modo as fragrâncias começam a ser desenvolvidas na Europa e daí surge toda a fama e qualidade dos perfumes franceses.
Depois da proibição do banho na Europa, doenças como a peste aumentaram consideravelmente. Havia inclusive um grande número de mortos por falta de asseio dos médicos que não lavavam as mãos entre os atendimentos e utilizavam vestes pretas, para disfarçar a sujeira. A concepção de higiene surge apenas no século XIX, com os estudos de Pasteur.
No Brasil, o hábito de tomar banho todos os dias foi herdado dos índios, que já se lavavam diariamente. Quando os primeiros chuveiros foram introduzidos no país, não havia aquecimento e a água era esquentada antes do banho, até que foram criados sistemas de aquecimento a lenha e depois a gás. Porém como a rede de abastecimento de gás era precária e a rede elétrica mais abrangente, foi implantado o sistema de resistência elétrica para os banhos quentes, que utilizamos até hoje.

setembro 5th, 2008 at 10:26 pm
setembro 10th, 2008 at 1:49 pm
outubro 17th, 2008 at 8:26 pm
affs pracaba hein shausahs